sábado, 4 de outubro de 2014

VELHAS BOAS ATUALIDADES
Cirilo de Carrossel decepou dedo em crise de esquizofrenia

 A novelinha infantil Carrossel fez parte da infância de muitos brasileiros, assim como Chaves e Chapolin. Exibida pelo SBT nos anos 90, a trama mostrava a rotina dos alunos da Escola Mundial e um dos personagens mais queridos era o menino Cirilo, vivido pelo ator Pedro Javier Viveros, que nesta quinta-feira (2), foi entrevistado no programa Tá Na Tela, da Rede Bandeirantes. Com um portunhol enrolado, o apresentador Luiz Bacci conversou com Pedro, depois de localizar sua casa na Cidade do México. Ele ainda levou o ex-ator à escola onde a novela era gravada. Emocionado, ele conversou com alunos e revisitou as salas de aula que conheceu há 25 anos, além de falar sobre seu transtorno psiquiátrico e até um sequestro relâmpago sofrido com a mãe. Aos 33 anos, com o cabelo cheio de dreads, Pedro sofre de esquizofrenia, mas se diz muito melhor do que antigamente, quando sofria de crises da doença. "Me diagnosticaram aos 23 anos. Eu me sentia ameaçado, e em crise, tive uma absoluta falta de consciência", descreveu a ex-estrela mirim, que decepou seu dedo mindinho da mão esquerda com uma serra. Foram duas internações, que ele diz terem sido fundamentais para que ele não cometesse suicídio. Bem humorado, o Cirilo mexicano, que atualmente trabalha numa produtora de vídeos, lembrou os tempos de Carrossel, reproduzindo suas falas mais famosas. Ao lado da mãe, Pedro ainda revelou que sua primeira namorada de infância foi Flor Eduarda Gurrola, que interpreta a menina Carmem na produção. "Me dá muita alegria lembrar. Foi uma experiência linda", disse, nostálgico.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Jingles Velhas Boas

Pense numa caneta que tem longa vida e dois corações: é isso mesmo, a Paper Mate. Relembre esta famosa marchinha de 1978 que fazia todo mundo cantar.

sábado, 20 de setembro de 2014

******VELHAS BOAS MUSICAL******
Esta semana: Medo Feroz - Sylvinho Blau Blau

Juro eu não queria te esquecer
Mais dentro de mim, não sou um só
Eu sei por mim dava pé
De a gente ficar junto e não sofrer
Se eu te perdi um dia
É que antes não sabia
A solidão agora dói em mim


Te esquecer eu não queria
Ter você já não podia
É, esse meu medo foi feroz
Quis entrar na tua vida
Não cheguei a nada
O tempo parou pra um de nós

sábado, 16 de agosto de 2014

Dono do tal ursinho de pelúcia famoso na sua música que tocou e até hoje toca (raramente) em algumas rádios, Sylvinho Blau-Blau (Sylvio Luiz do Rêgo Júnior) integrou a chamada geração new wave do rock nos anos 1980, em que conjuntos musicais tocavam músicas com letras ingênuas. Começou sua carreira integrando a banda Absyntho, que ficou famosa com a música Ursinho blau-blau e participou de uma série de programas de televisão e rádio. Outras canções, como Só a lua e Lobo, também estouraram nas paradas de sucesso. Teve um CD produzido por Lulu Santos e chegou a fazer apresentações em outros países. Contudo, depois que a banda foi desfeita, em 1987, Sylvinho tentou uma carreira solo e não foi muito bem sucedido. A partir de então montou uma agência de publicidade. Depois de enfrentar problemas com drogas, o cantor entrou, em 1998, para a Igreja Pentecostal Nova Vida. Em 1999, voltou à ativa na música gravando o CD Animal Faminto. Na mesma época, decidiu posar nu para a revista Íntima e Pessoal. A igreja não se opôs à decisão. Criado em Copacabana, Sylvinho tem dois filhos, Maria Luiza e Antonio Luiz, frutos de seu enlace com Ana Paula Pereira, uma jornalista e ex-rainha do carnaval carioca. Em 2012, integra o elenco da quinta edição do reality show A Fazenda da Rede Record. Foi o primeiro "fazendeiro" desta edição, escolhido pelo primeiro eliminado, Lui Mendes. Blau-Blau foi o terceiro eliminado de quinta edição com 81% dos votos. Hoje em dia, Sylvinho se apresenta (poucas vezes) em shows de flasbacks dos anos 80 e 90.

domingo, 3 de agosto de 2014

VELHAS BOAS ATUALIDADES
Bianca Rinaldi relembra que morria de vergonha de cantar no 'Xou da Xuxa'

 Se o fato de ter sido uma paquita não fosse o suficiente para marcar a vida de Bianca Rinaldi, ela ainda tem o privilégio de ter comemorado seu aniversário de 18 anos no programa. “Muito bom ver isso. Eu chorava à toa”, declara após reviver o momento em um vídeo apresentado no programa Altas Horas. A atriz, que foi a paquita “Xiquita Bibi” durante cinco anos, de 90 a 95, conta que era a ajudante da apresentadora que menos cantava. “Eu morria de vergonha, mas a Xuxa e a Marlene (Mattos) disseram que eu tinha que cantar a música ‘Alguém para amar’ – versão de uma canção francesa.” Bianca Rinaldi mostra roupa que usava na época das paquitas (Foto: TV Globo/Altas Horas) Se o fato de ter sido uma paquita não fosse o suficiente para marcar a vida de Bianca Rinaldi, ela ainda tem o privilégio de ter comemorado seu aniversário de 18 anos no programa. “Muito bom ver isso. Eu chorava à toa”, declara após reviver o momento em um vídeo apresentado no programa Altas Horas. A atriz, que foi a paquita “Xiquita Bibi” durante cinco anos, de 90 a 95, conta que era a ajudante da apresentadora que menos cantava. “Eu morria de vergonha, mas a Xuxa e a Marlene (Mattos) disseram que eu tinha que cantar a música ‘Alguém para amar’ – versão de uma canção francesa.”

domingo, 13 de julho de 2014

******VELHAS BOAS MUSICAL******
Esta semana: Dia Eterno - Violeta de Outono

Silêncio em mim
Espelhos planos
Saídas falsas, vôo, solidão
Só esperando
Vagando em seu olhar
Tudo é deserto, estranho lugar

Você sabe que não temos tempo
Dia eterno, noite escura adentro

Na escuridão
Relembrando planos
Quem se erguerá com o fogo nas mãos?
Adormecido
Eu o vi chegando
Na madrugada o sol vai brilhar

Você sabe que não temos tempo
Dia eterno, noite escura adentro

Seus reflexos, luzes constantes
Apontam pra muito distante

Você sabe que não temos tempo
Tempestades, noite eterna adentro

sábado, 12 de julho de 2014

Em 1981, após o termino das atividades de sua primeira banda (Lux), o vocalista Fábio Golfetti conhece o baterista Claudio Souza, e juntos, participam da primeira formação da banda paulistana Zero, ficando somente até gravar um dos primeiros singles da banda. Após sairem do Zero, em encontros esporádicos no Lira Paulistana, teatro voltado para a música que funcionava num porão da Rua Teodoro Sampaio, no bairro de Pinheiros, São Paulo, deram origem à banda Violeta de Outono, formada em 1984 por Fabio Golfetti, Claudio Souza e Angelo Pastorello. O som, um resultado da inspiração do rock psicodélico/progressivo e elementos de arte contemporânea, arquitetura e artes visuais. Em 1985, Em um pequeno gravador de dois canais é registrada a primeira demo-tape contendo ‘Outono’, ‘Dia Eterno’, Declínio De Maio’ e ‘Reflexos Da Noite’. Em 1986, com os primeiros shows, a banda começa a ter um público cativo, e acaba sendo convidada pela loja de discos Wop-Bop para lançar um EP, gravado em 8 canais, com apenas três músicas, dentre elas Outono, uma das músicas mais conhecidas da banda. Após o bom resultado do lançamento do EP, a banda assina com a gravadora RCA (hoje, selo pertencente à Sony Music), que lança em 1987 pelo selo Plug, o primeiro LP, batizado de "Violeta de Outono", que além de Outono, continha músicas como Declínio de Maio, Dia Eterno e o cover de Tomorrow Never Knows dos Beatles, considerado pelos ferozes críticos da época, ser tão bom quanto o original dos Fab Four. Já em 1989 é lançado o segundo LP, intitulado "Em Toda Parte", que acaba não tendo o mesmo resultado do LP de estreia. Neste LP destaca-se a música-título do álbum. Porém, com o fim do selo Plug da RCA, o Violeta de Outono acaba ficando sem gravadora, e neste período o vocalista Fábio Golfetti lança, através do produtor dos primeiros LPs da banda, um flexi-disc intitulado Numa Pessoa Só, sob o nome de Opera Invisível, um projeto o vocalista segue ao longo dos anos. Durante o início dos anos 90, o Violeta de Outono faz alguns shows esporádicos com Claudio Fontes na bateria, no lugar de Claudio Souza que se afasta da banda. Neste mesmo período Fabio Golfetti resolveu abraçar de vez o projeto "Invisible Opera of Tibet", conceito idealizado por Daevid Allen, do Gong, e que tinha como princípio a junção de uma visão em comum do universo e uma evolução espiritual, ligando músicos de vários pontos do planeta. Começou a aquecer o selo Invisível, que depois do single solo de Fabio, lançou (ao lado de Renato Mello e da cantora May East), o disco The Eternal Voice. A partir desta data, o "Invisible Opera of Tibet" começou a tocar em pequenas casas de São Paulo, com a mesma formação do "Violeta de Outono", porém com um som mais experimental e com um pequeno público. Nestes shows como "Invisible Opera of Tibet", surge em 1994 a idéia de fazer um show como "Violeta de Outono". O resultado foi a casa cheia. Com isto, a banda inicia as gravações do novo álbum, que seria lançado somente em 1999, intitulado como "Mulher na Montanha", gravado pela formação original da banda. Durante um ano e meio, a banda na formação original, fez várias apresentações, fazendo resurgir os velhos fãs e criando novos. Neste período, a banda chegou a abrir 02(dois)shows para a banda internacional FOCUS em São Paulo-SP e tocou com OS MUTANTES/SERGIO DIAS], no Rio ArtRock Festival. Em 2004, Fábio Golfetti lança Early Years Complete, contendo 14 canções, passando por sobras de estúdios e versões ao vivo. Em 2005 o grupo volta com novo álbum e com a formação inicial da banda, adicionada da presença do tecladista Fernando Cardoso (Compacta Trio). É o lançamento do CD Ilhas, contando ainda com Gregor, na bateria. Neste álbum a banda volta a viver seus grandes momentos, com músicas como Blues, Eclipse, Língua de Gato em Gelatina e Ecos. Em 2007 a banda lança o seu sétimo álbum, intitulado "Volume 7", com o baixista Gabriel Costa (Compacta Trio) no lugar de Angelo, que se afasta da banda. Neste álbum a banda se aproxima mais ainda do som progressivo, com forte presença dos teclados de Fernando Cardoso. Em 2009, após a realização de um memorável show no Teatro Municipal de São Paulo (durante a Virada Cultural) é a vez do baterista Cláudio Souza se afastar da banda, dando lugar ao baterista Fred Barley (Compacta Trio), dando início à produção das músicas para um novo álbum. No entanto, Fred Barley segue uma tournée internacional pela Europa e América do Sul, deixando o Violeta de Outono. Após a bem-sucedida tour ele é convidado para entrar na banda O Terço. Em 2011, a banda lança em DVD o show da Virada Cultural em 2009, gravado no Teatro Municipal, em São Paulo. Neste ano a banda integra o baterista José Luis Dinóla (ex-Chave do Sol) no lugar de Fred Barley. E em 2012, a banda lançou o álbum "Espectro" (em julho,no SESC Pompéia). Ao fim do ano, Fabio Golfetti realiza turnê internacional com a consagrada banda setentista Gong, com quem excursiona pela Europa, Inglaterra e Japão.