domingo, 13 de julho de 2014

******VELHAS BOAS MUSICAL******
Esta semana: Dia Eterno - Violeta de Outono

Silêncio em mim
Espelhos planos
Saídas falsas, vôo, solidão
Só esperando
Vagando em seu olhar
Tudo é deserto, estranho lugar

Você sabe que não temos tempo
Dia eterno, noite escura adentro

Na escuridão
Relembrando planos
Quem se erguerá com o fogo nas mãos?
Adormecido
Eu o vi chegando
Na madrugada o sol vai brilhar

Você sabe que não temos tempo
Dia eterno, noite escura adentro

Seus reflexos, luzes constantes
Apontam pra muito distante

Você sabe que não temos tempo
Tempestades, noite eterna adentro

sábado, 12 de julho de 2014

Em 1981, após o termino das atividades de sua primeira banda (Lux), o vocalista Fábio Golfetti conhece o baterista Claudio Souza, e juntos, participam da primeira formação da banda paulistana Zero, ficando somente até gravar um dos primeiros singles da banda. Após sairem do Zero, em encontros esporádicos no Lira Paulistana, teatro voltado para a música que funcionava num porão da Rua Teodoro Sampaio, no bairro de Pinheiros, São Paulo, deram origem à banda Violeta de Outono, formada em 1984 por Fabio Golfetti, Claudio Souza e Angelo Pastorello. O som, um resultado da inspiração do rock psicodélico/progressivo e elementos de arte contemporânea, arquitetura e artes visuais. Em 1985, Em um pequeno gravador de dois canais é registrada a primeira demo-tape contendo ‘Outono’, ‘Dia Eterno’, Declínio De Maio’ e ‘Reflexos Da Noite’. Em 1986, com os primeiros shows, a banda começa a ter um público cativo, e acaba sendo convidada pela loja de discos Wop-Bop para lançar um EP, gravado em 8 canais, com apenas três músicas, dentre elas Outono, uma das músicas mais conhecidas da banda. Após o bom resultado do lançamento do EP, a banda assina com a gravadora RCA (hoje, selo pertencente à Sony Music), que lança em 1987 pelo selo Plug, o primeiro LP, batizado de "Violeta de Outono", que além de Outono, continha músicas como Declínio de Maio, Dia Eterno e o cover de Tomorrow Never Knows dos Beatles, considerado pelos ferozes críticos da época, ser tão bom quanto o original dos Fab Four. Já em 1989 é lançado o segundo LP, intitulado "Em Toda Parte", que acaba não tendo o mesmo resultado do LP de estreia. Neste LP destaca-se a música-título do álbum. Porém, com o fim do selo Plug da RCA, o Violeta de Outono acaba ficando sem gravadora, e neste período o vocalista Fábio Golfetti lança, através do produtor dos primeiros LPs da banda, um flexi-disc intitulado Numa Pessoa Só, sob o nome de Opera Invisível, um projeto o vocalista segue ao longo dos anos. Durante o início dos anos 90, o Violeta de Outono faz alguns shows esporádicos com Claudio Fontes na bateria, no lugar de Claudio Souza que se afasta da banda. Neste mesmo período Fabio Golfetti resolveu abraçar de vez o projeto "Invisible Opera of Tibet", conceito idealizado por Daevid Allen, do Gong, e que tinha como princípio a junção de uma visão em comum do universo e uma evolução espiritual, ligando músicos de vários pontos do planeta. Começou a aquecer o selo Invisível, que depois do single solo de Fabio, lançou (ao lado de Renato Mello e da cantora May East), o disco The Eternal Voice. A partir desta data, o "Invisible Opera of Tibet" começou a tocar em pequenas casas de São Paulo, com a mesma formação do "Violeta de Outono", porém com um som mais experimental e com um pequeno público. Nestes shows como "Invisible Opera of Tibet", surge em 1994 a idéia de fazer um show como "Violeta de Outono". O resultado foi a casa cheia. Com isto, a banda inicia as gravações do novo álbum, que seria lançado somente em 1999, intitulado como "Mulher na Montanha", gravado pela formação original da banda. Durante um ano e meio, a banda na formação original, fez várias apresentações, fazendo resurgir os velhos fãs e criando novos. Neste período, a banda chegou a abrir 02(dois)shows para a banda internacional FOCUS em São Paulo-SP e tocou com OS MUTANTES/SERGIO DIAS], no Rio ArtRock Festival. Em 2004, Fábio Golfetti lança Early Years Complete, contendo 14 canções, passando por sobras de estúdios e versões ao vivo. Em 2005 o grupo volta com novo álbum e com a formação inicial da banda, adicionada da presença do tecladista Fernando Cardoso (Compacta Trio). É o lançamento do CD Ilhas, contando ainda com Gregor, na bateria. Neste álbum a banda volta a viver seus grandes momentos, com músicas como Blues, Eclipse, Língua de Gato em Gelatina e Ecos. Em 2007 a banda lança o seu sétimo álbum, intitulado "Volume 7", com o baixista Gabriel Costa (Compacta Trio) no lugar de Angelo, que se afasta da banda. Neste álbum a banda se aproxima mais ainda do som progressivo, com forte presença dos teclados de Fernando Cardoso. Em 2009, após a realização de um memorável show no Teatro Municipal de São Paulo (durante a Virada Cultural) é a vez do baterista Cláudio Souza se afastar da banda, dando lugar ao baterista Fred Barley (Compacta Trio), dando início à produção das músicas para um novo álbum. No entanto, Fred Barley segue uma tournée internacional pela Europa e América do Sul, deixando o Violeta de Outono. Após a bem-sucedida tour ele é convidado para entrar na banda O Terço. Em 2011, a banda lança em DVD o show da Virada Cultural em 2009, gravado no Teatro Municipal, em São Paulo. Neste ano a banda integra o baterista José Luis Dinóla (ex-Chave do Sol) no lugar de Fred Barley. E em 2012, a banda lançou o álbum "Espectro" (em julho,no SESC Pompéia). Ao fim do ano, Fabio Golfetti realiza turnê internacional com a consagrada banda setentista Gong, com quem excursiona pela Europa, Inglaterra e Japão.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

******VELHAS BOAS MUSICAL******
Esta semana: Retratos e canções - Sandra de Sá

Hoje eu me peguei, pensando em você
Te amo e nem sei como eu amo
(Coisas do amor)

Quero não lembrar, que às vezes sem querer
Me apanho falando em você
Lembranças de nós dois
(Retratos e canções)

Um filme de amor, que nunca chega ao fim
Quem sabe se você ainda pensa em mim
(Te amo e nem sei como eu amo)
Dói no coração, às vezes que eu lembrar te amo e não quero te amar

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Dona da voz grave e potente vem de sua africanidade, pois é neta de um caboverdiano. Acompanhando seu pai em shows, em sua adolescência, Sandra frequentava os bailes de gafieira, samba e soul, em Pilares e adjacências, bem como a quadra da Caprichosos de Pilares, escola onde desfila até hoje. Gostando cada vez mais do universo musical, aprendeu sozinha a tocar violão e começar a compor suas letras. Co incentivo dos pais, começou a se apresentar em escolas de samba e em pouco tempo, Sandra de Sá tornou-se considerada a rainha do soul brasileiro. Sandra (Cristina Frederico) de Sá é chamada por alguns de "Tim Maia de saias", por se identificar com o cantor no balanço e no timbre grave da voz, além de suas histórias juntos, como o famoso clipe do hit "Vale Tudo", de que Tim escolheu Sandra para fazer o dueto com ele. Ficaram grandes amigos e fizeram muitos shows juntos pelo Brasil afora. Cazuza dizia que ela era a Billie Holliday brasileira. Por suas letras de forte conscientização social, ganhou prêmios como cantora e compositora em diversos festivais de Música Brasileira, nos quais, em geral, era inscrita pela amiga Fafy Siqueira. Em 1977, começou a estudar psicologia, na Universidade Gama Filho, curso que teve de abandonar quase no momento de concluir, , pois despontou como compositora, tendo uma de suas composições da época, "Morenando", foi gravada por Leci Brandão, logo, depois como intérprete. O sucesso para valer, como cantora, veio já no começo de 1980. No MPB 80, da Rede Globo, Sandra Sá (como então era chamada, o "de Sá" só incluído no nome artístico alguns anos depois) classificou "Demônio Colorido" entre as dez finalistas e a música obteve repercussão nacional. Sua inscrição nesse festival, já foi resultado da amizade entre ela e a família "Araújo", João e Lucinha, pais de Agenor, o Cazuza, que ainda não era cantor profissional. Após o Festival, Sandra foi contratada pela gravadora RGE, , onde Cazuza trabalhava como divulgador, e com essa convivência se tornaram grandes amigos. Da amizade entre ela e Cazuza, também resultou momentos marcantes na carreira profissional, pois o primeiro show grande com a banda de Cazuza, Barão Vermelho, foi o show de abertura de Sandra no Morro da Urca, RJ. A trajetória de Sandra, nos anos 80, foi fulminante, novos discos de sucessos, composições próprias e de grandes autores, apresentações por todo o país. Além de se tornar uma das maiores cantoras de trilha e aberturas de novelas, como "Enredo do Meu Samba", "Picadinho de Macho", entre outras. Nessa época surgiram os maiores hits de sua carreira, as músicas "Retratos e Canções", "Joga Fora no Lixo", "Bye Bye Tristeza", e "Solidão". Nos anos 90, Sandra marca presença forte no mercado por gravações com Djavan, Marina Lima, Carlinhos Brown, Titãs, coral gospel Monte Mariah (USA), Herbert Viana, entre outros. E pelos sucessos como: "Sozinha" (foi a primeira a transformar a composição de Peninha em hit, seguida por Tim Maia e Caetano Veloso), "Vamos a viver", "Soul de Verão", etc. Gravou um álbum em homenagem ao amigo "Tim Maia", sucesso de crítica. Nessa década, Sandra criou a expressão "Música Preta Brasileira", brincando com a sigla MPB - Música Popular Brasileira. Segundo Sandra, "a nossa música é essencialmente preta (suingada/balançante), pois começa e termina no tambor, no suingue. Não há ritmo que cantemos ou toquemos aqui que não contenha um toque de brasilidade. Isto é a nossa pretitude. Sandra também despontou como atriz no seriado Antônia, sobre cantores de rap da periferia de São Paulo, uma produção independente do cineasta Fernando Meirelles, veiculada a partir de novembro de 2006 pela Rede Globo. Nesse mesmo ano, participou do festival Rock in Rio Lisboa e durante a Copa do Mundo de 2006, em Berlim, Alemanha, ela não só deu canja com Ivete Sangalo como fez show no "projeto Copa da Cultura" ao lado de Gilberto Gil, do qual faz parte do Carnaval do Expresso 2222 a dez anos no Carnaval da Bahia. Em 2007, além dos shows pelo Brasil, iniciou o projeto e pesquisa "Batucofonia", com o qual fez uma temporada de shows pelo Rio; promoveu pelo Brasil, juntamente com o elenco e equipe, o filme Antônia que foi fonte do seriado lançado no ano anterior pela TV Globo. Fez shows com Monobloco, Toni Garrido, Simoninha, Carlinhos Brown, Alcione, Roberto Frejat, Margareth Menezes, MV Bill, Sérgio Loroza, Dora Vergueiro, Sampa Crew entre muitos outros. Participou do DVD do Meninos do Morumbi e do Sampa Crew, ambos em São Paulo. Em janeiro de 2010, dividiu-se entre os ensaios das Escolas de Samba do Rio (Mangueira) e São Paulo (Leandro de Itaquera). Em fevereiro, na semana de lançamento para as lojas do seu álbum AfricaNatividade - Cheiro de Brasil (Universal Music em parceria com a Nega Produções), Sandra sentiu algumas dores e foi internada, no Hospital São Lucas, com diagnóstico de diverticulite, mas recebeu alta após 5 dias. Foi uma das homenageadas por uma das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro, a Mangueira, sob o enredo "Mangueira É Música do Brasil", no 6º Setor - "Tropicália", tendo uma ala sobre os Festivais de Música com a fantasia "Demônio Colorido", nome da composição de Sandra que ela "defendeu" no Festival da TV Globo MPB 80, assim Sandra veio ao lado de Milton Nascimento no carro alegórico que representa os Festivais de Música e a Tropicália. Já no Carnaval de São Paulo, estreou como intérprete oficial da Leandro de Itaquera, ao lado de Betto Muniz. Apesar da escola ter tido problemas durante o desfile, como carros quebrados, que levaram a um resultado bastante ruim na apuração, levando a escola a descer do Grupo Especial, a participação especial de Sandra foi um dos pontos altos durante a passagem da Leandro pelo Sambódromo do Anhembi.

sábado, 15 de março de 2014

Hoje excepcionalmente, vou fazer uma postagem especial. Um áudio de homenagem ao locutor Fernando Mansur (que aniversariou na quinta feira (13/03), arquivo gentilmente cedido pela Wikiradio. 

domingo, 2 de março de 2014

JOVEM GUARDA ESPECIAL

 Jerry Adriani, cujo nome verdadeiro é Jair Alves de Souza, nasceu em 29 de janeiro de 1947, no Brás, na cidade de São Paulo. Começou a sua vida profissional em 1964, com a gravação do seu primeiro LP, "Italianíssimo", e no mesmo ano gravou seu 2º LP , "Credi a Me". Em 1965, grava "Um grande Amor", sendo o primeiro LP em português. Tornou-se apresentador do programa Excelsior a Go Go, na antiga TV Excelsior (Canal 9), atual RedeTV!, em São Paulo, ao lado do comunicador Luís Aguiar; apresentava músicas dos Vips, Os Incríveis, Trini Lopez, Cidinha Campos, entre tantos outros. Entre 1967 e 1968, já na antiga TV Tupi, (Canal 4), atual SBT em São Paulo, passou a apresentar A Grande Parada, ao lado de grandes artistas, como Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marília Pera. Era um musical ao vivo que apresentava grandes nomes da música popular brasileira. Em 1969 Ganhou o título de Cidadão Carioca. Na década de 1970, fez shows na Venezuela, Peru, Estados Unidos, México, Canadá e outros países. Em 1975, participou de um musical no Hotel Nacional, denominado Brazilian Follies, dirigido por Caribe Rocha, ficando um ano e meio em cartaz. No começo da década de 90, gravou um disco que trazia de volta as origens do Rock in Roll, com o tema "Elvis Vive", um tributo a Elvis, sendo este o 24º disco da sua carreira. Em 1994, a convite de Cecil Thiré, participou da novela 74.5 uma onda no ar, produzida pela TV PLUS e exibida pela Rede Manchete, exibida também em Portugal com grande sucesso (vivendo o seu primeiro personagem na novela, como Roberto). Outras participações de Jerry Adriani em novelas e seriados foram: Malhação ( em 2001, fazendo o personagem Bruno), Macho Man (Oliver, em 2011) e duas vezes participando na série "A Grande Família" (em 2010, como Celso e em 2013, como ele mesmo)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Programas e novelas inesquecíveis

Zapping Zone foi um programa de televisão de produção brasileira original do canal Disney Channel, apresentado por Daniel Bianchin, Bruno Heder, Yasmim Manaia e Milene Conte. Era exibido de segunda à sexta-feira, das 10h às 12h. O programa foi a primeira produção brasileira exibida pelo canal Disney Channel e estreou no dia 6 de abril de 2001, um dia após a abertura da emissora. O Zapping Zone já possuiu diversos apresentadores. A formação original, dirigida por MC Fernandes, contava com Monalisa Gomes Eleno, Felipe Aaukay, Marcelly Anselmé, Patricia Hermel e Robson Nunes (atualmente no "Disney Planet"). Também contava com "Os Especialistas", dois cientistas que apresentavam experiências que podiam ser feitas em casa, Peu Lima e Leonardo Cortez. Nessa primeira fase do Brasil, o ZZ era transmitido ao vivo, direto dos estúdios do SBT. Por sinal, foi apresentado no SBT durante os anos de 2001 e 2003, primeiramente aos domingos e depois aos sábados, com o nome Zapping Zone do Disney Channel. Entre os jogos estavam o "Cine Zone", "De Olho", "Fala Sério", "Game Zone", "Lava-Roupa", "Língua Solta" e "Stop". Os quadros eram o "Agenda Z", "Contatos", "Cyber", "Habitat", "Os Especialistas", e "Parada Z". Em sua segunda fase, a partir de junho de 2003, o programa passou por uma reformulação, ganhando novo cenário, novos jogos, nova produção e novos apresentadores. Deixou de ser ao vivo e mudou-se para a Argentina na Non Stop Estúdios onde são gravados todas as versões do ZZ. Passou a ser apresentado por Beto Marden e Daniela Marcondes. Ambos foram substituídos, posteriormente, em 2004, por Fabíola Ribeiro e Rafael Baronesi. Em 2007, Fabi deixou a apresentação do programa e foi substituída por Thays Gorga. No dia 20 de outubro de 2008 o ZZ passou por uma nova transformação onde ganhou um novo cenário, maior e mais futurista. Os jogos, como o "Contratempo", sofreram algumas mudanças e, além de Thays Gorga e Rafael Baronesi, dois novos apresentadores chegaram ao programa: Daniel Bianchin e Yasmim Manaia, ambos ex-participantes do fenômeno Disney High School Musical – A Seleção. Quase um ano depois, em 25 de setembro de 2009, foi ao ar o último ZZ com a apresentação de Rafael Baronesi, que deixou o comando da atração após cinco anos. No dia 28 de janeiro de 2011, Thays Gorga deixou o comando da atração após 3 anos e meio. Tempos depois, Milene Conte que já era apresentadora da Copa Disney no canal a cabo Disney XD é escalada como a nova apresentadora, porém assume o lugar de Yasmim como repórter que por sua vez assume a vaga deixada por Thays no estúdio. É um programa infantil/adolescente serve para todas as idades, esse programa ZZ apresenta as mais recentes séries da Disney. O ZZ sempre foi exibido na faixa da tarde no Disney Channel, mas a partir do dia 10 de setembro de 2012 ele seria exibido na faixa matutina, das 10h às 12h, no lugar do programa o Disney Channel exibirá sua nova novela Violetta das 19h às 20h.1 2 O último programa foi ao ar 26 de outubro de 2012, as 10:00, com reprise as 2:30. A Disney ainda não se expressou quanto ao motivo. Um dos motivos poderia ser a baixa audiência que o ZZ teria, com séries que já foram sucessos o Zapping Zone apostava nas brincadeiras e prêmios.