sábado, 16 de agosto de 2014

Dono do tal ursinho de pelúcia famoso na sua música que tocou e até hoje toca (raramente) em algumas rádios, Sylvinho Blau-Blau (Sylvio Luiz do Rêgo Júnior) integrou a chamada geração new wave do rock nos anos 1980, em que conjuntos musicais tocavam músicas com letras ingênuas. Começou sua carreira integrando a banda Absyntho, que ficou famosa com a música Ursinho blau-blau e participou de uma série de programas de televisão e rádio. Outras canções, como Só a lua e Lobo, também estouraram nas paradas de sucesso. Teve um CD produzido por Lulu Santos e chegou a fazer apresentações em outros países. Contudo, depois que a banda foi desfeita, em 1987, Sylvinho tentou uma carreira solo e não foi muito bem sucedido. A partir de então montou uma agência de publicidade. Depois de enfrentar problemas com drogas, o cantor entrou, em 1998, para a Igreja Pentecostal Nova Vida. Em 1999, voltou à ativa na música gravando o CD Animal Faminto. Na mesma época, decidiu posar nu para a revista Íntima e Pessoal. A igreja não se opôs à decisão. Criado em Copacabana, Sylvinho tem dois filhos, Maria Luiza e Antonio Luiz, frutos de seu enlace com Ana Paula Pereira, uma jornalista e ex-rainha do carnaval carioca. Em 2012, integra o elenco da quinta edição do reality show A Fazenda da Rede Record. Foi o primeiro "fazendeiro" desta edição, escolhido pelo primeiro eliminado, Lui Mendes. Blau-Blau foi o terceiro eliminado de quinta edição com 81% dos votos. Hoje em dia, Sylvinho se apresenta (poucas vezes) em shows de flasbacks dos anos 80 e 90.

domingo, 3 de agosto de 2014

VELHAS BOAS ATUALIDADES
Bianca Rinaldi relembra que morria de vergonha de cantar no 'Xou da Xuxa'

 Se o fato de ter sido uma paquita não fosse o suficiente para marcar a vida de Bianca Rinaldi, ela ainda tem o privilégio de ter comemorado seu aniversário de 18 anos no programa. “Muito bom ver isso. Eu chorava à toa”, declara após reviver o momento em um vídeo apresentado no programa Altas Horas. A atriz, que foi a paquita “Xiquita Bibi” durante cinco anos, de 90 a 95, conta que era a ajudante da apresentadora que menos cantava. “Eu morria de vergonha, mas a Xuxa e a Marlene (Mattos) disseram que eu tinha que cantar a música ‘Alguém para amar’ – versão de uma canção francesa.” Bianca Rinaldi mostra roupa que usava na época das paquitas (Foto: TV Globo/Altas Horas) Se o fato de ter sido uma paquita não fosse o suficiente para marcar a vida de Bianca Rinaldi, ela ainda tem o privilégio de ter comemorado seu aniversário de 18 anos no programa. “Muito bom ver isso. Eu chorava à toa”, declara após reviver o momento em um vídeo apresentado no programa Altas Horas. A atriz, que foi a paquita “Xiquita Bibi” durante cinco anos, de 90 a 95, conta que era a ajudante da apresentadora que menos cantava. “Eu morria de vergonha, mas a Xuxa e a Marlene (Mattos) disseram que eu tinha que cantar a música ‘Alguém para amar’ – versão de uma canção francesa.”

domingo, 13 de julho de 2014

******VELHAS BOAS MUSICAL******
Esta semana: Dia Eterno - Violeta de Outono

Silêncio em mim
Espelhos planos
Saídas falsas, vôo, solidão
Só esperando
Vagando em seu olhar
Tudo é deserto, estranho lugar

Você sabe que não temos tempo
Dia eterno, noite escura adentro

Na escuridão
Relembrando planos
Quem se erguerá com o fogo nas mãos?
Adormecido
Eu o vi chegando
Na madrugada o sol vai brilhar

Você sabe que não temos tempo
Dia eterno, noite escura adentro

Seus reflexos, luzes constantes
Apontam pra muito distante

Você sabe que não temos tempo
Tempestades, noite eterna adentro

sábado, 12 de julho de 2014

Em 1981, após o termino das atividades de sua primeira banda (Lux), o vocalista Fábio Golfetti conhece o baterista Claudio Souza, e juntos, participam da primeira formação da banda paulistana Zero, ficando somente até gravar um dos primeiros singles da banda. Após sairem do Zero, em encontros esporádicos no Lira Paulistana, teatro voltado para a música que funcionava num porão da Rua Teodoro Sampaio, no bairro de Pinheiros, São Paulo, deram origem à banda Violeta de Outono, formada em 1984 por Fabio Golfetti, Claudio Souza e Angelo Pastorello. O som, um resultado da inspiração do rock psicodélico/progressivo e elementos de arte contemporânea, arquitetura e artes visuais. Em 1985, Em um pequeno gravador de dois canais é registrada a primeira demo-tape contendo ‘Outono’, ‘Dia Eterno’, Declínio De Maio’ e ‘Reflexos Da Noite’. Em 1986, com os primeiros shows, a banda começa a ter um público cativo, e acaba sendo convidada pela loja de discos Wop-Bop para lançar um EP, gravado em 8 canais, com apenas três músicas, dentre elas Outono, uma das músicas mais conhecidas da banda. Após o bom resultado do lançamento do EP, a banda assina com a gravadora RCA (hoje, selo pertencente à Sony Music), que lança em 1987 pelo selo Plug, o primeiro LP, batizado de "Violeta de Outono", que além de Outono, continha músicas como Declínio de Maio, Dia Eterno e o cover de Tomorrow Never Knows dos Beatles, considerado pelos ferozes críticos da época, ser tão bom quanto o original dos Fab Four. Já em 1989 é lançado o segundo LP, intitulado "Em Toda Parte", que acaba não tendo o mesmo resultado do LP de estreia. Neste LP destaca-se a música-título do álbum. Porém, com o fim do selo Plug da RCA, o Violeta de Outono acaba ficando sem gravadora, e neste período o vocalista Fábio Golfetti lança, através do produtor dos primeiros LPs da banda, um flexi-disc intitulado Numa Pessoa Só, sob o nome de Opera Invisível, um projeto o vocalista segue ao longo dos anos. Durante o início dos anos 90, o Violeta de Outono faz alguns shows esporádicos com Claudio Fontes na bateria, no lugar de Claudio Souza que se afasta da banda. Neste mesmo período Fabio Golfetti resolveu abraçar de vez o projeto "Invisible Opera of Tibet", conceito idealizado por Daevid Allen, do Gong, e que tinha como princípio a junção de uma visão em comum do universo e uma evolução espiritual, ligando músicos de vários pontos do planeta. Começou a aquecer o selo Invisível, que depois do single solo de Fabio, lançou (ao lado de Renato Mello e da cantora May East), o disco The Eternal Voice. A partir desta data, o "Invisible Opera of Tibet" começou a tocar em pequenas casas de São Paulo, com a mesma formação do "Violeta de Outono", porém com um som mais experimental e com um pequeno público. Nestes shows como "Invisible Opera of Tibet", surge em 1994 a idéia de fazer um show como "Violeta de Outono". O resultado foi a casa cheia. Com isto, a banda inicia as gravações do novo álbum, que seria lançado somente em 1999, intitulado como "Mulher na Montanha", gravado pela formação original da banda. Durante um ano e meio, a banda na formação original, fez várias apresentações, fazendo resurgir os velhos fãs e criando novos. Neste período, a banda chegou a abrir 02(dois)shows para a banda internacional FOCUS em São Paulo-SP e tocou com OS MUTANTES/SERGIO DIAS], no Rio ArtRock Festival. Em 2004, Fábio Golfetti lança Early Years Complete, contendo 14 canções, passando por sobras de estúdios e versões ao vivo. Em 2005 o grupo volta com novo álbum e com a formação inicial da banda, adicionada da presença do tecladista Fernando Cardoso (Compacta Trio). É o lançamento do CD Ilhas, contando ainda com Gregor, na bateria. Neste álbum a banda volta a viver seus grandes momentos, com músicas como Blues, Eclipse, Língua de Gato em Gelatina e Ecos. Em 2007 a banda lança o seu sétimo álbum, intitulado "Volume 7", com o baixista Gabriel Costa (Compacta Trio) no lugar de Angelo, que se afasta da banda. Neste álbum a banda se aproxima mais ainda do som progressivo, com forte presença dos teclados de Fernando Cardoso. Em 2009, após a realização de um memorável show no Teatro Municipal de São Paulo (durante a Virada Cultural) é a vez do baterista Cláudio Souza se afastar da banda, dando lugar ao baterista Fred Barley (Compacta Trio), dando início à produção das músicas para um novo álbum. No entanto, Fred Barley segue uma tournée internacional pela Europa e América do Sul, deixando o Violeta de Outono. Após a bem-sucedida tour ele é convidado para entrar na banda O Terço. Em 2011, a banda lança em DVD o show da Virada Cultural em 2009, gravado no Teatro Municipal, em São Paulo. Neste ano a banda integra o baterista José Luis Dinóla (ex-Chave do Sol) no lugar de Fred Barley. E em 2012, a banda lançou o álbum "Espectro" (em julho,no SESC Pompéia). Ao fim do ano, Fabio Golfetti realiza turnê internacional com a consagrada banda setentista Gong, com quem excursiona pela Europa, Inglaterra e Japão.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

******VELHAS BOAS MUSICAL******
Esta semana: Retratos e canções - Sandra de Sá

Hoje eu me peguei, pensando em você
Te amo e nem sei como eu amo
(Coisas do amor)

Quero não lembrar, que às vezes sem querer
Me apanho falando em você
Lembranças de nós dois
(Retratos e canções)

Um filme de amor, que nunca chega ao fim
Quem sabe se você ainda pensa em mim
(Te amo e nem sei como eu amo)
Dói no coração, às vezes que eu lembrar te amo e não quero te amar

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Dona da voz grave e potente vem de sua africanidade, pois é neta de um caboverdiano. Acompanhando seu pai em shows, em sua adolescência, Sandra frequentava os bailes de gafieira, samba e soul, em Pilares e adjacências, bem como a quadra da Caprichosos de Pilares, escola onde desfila até hoje. Gostando cada vez mais do universo musical, aprendeu sozinha a tocar violão e começar a compor suas letras. Co incentivo dos pais, começou a se apresentar em escolas de samba e em pouco tempo, Sandra de Sá tornou-se considerada a rainha do soul brasileiro. Sandra (Cristina Frederico) de Sá é chamada por alguns de "Tim Maia de saias", por se identificar com o cantor no balanço e no timbre grave da voz, além de suas histórias juntos, como o famoso clipe do hit "Vale Tudo", de que Tim escolheu Sandra para fazer o dueto com ele. Ficaram grandes amigos e fizeram muitos shows juntos pelo Brasil afora. Cazuza dizia que ela era a Billie Holliday brasileira. Por suas letras de forte conscientização social, ganhou prêmios como cantora e compositora em diversos festivais de Música Brasileira, nos quais, em geral, era inscrita pela amiga Fafy Siqueira. Em 1977, começou a estudar psicologia, na Universidade Gama Filho, curso que teve de abandonar quase no momento de concluir, , pois despontou como compositora, tendo uma de suas composições da época, "Morenando", foi gravada por Leci Brandão, logo, depois como intérprete. O sucesso para valer, como cantora, veio já no começo de 1980. No MPB 80, da Rede Globo, Sandra Sá (como então era chamada, o "de Sá" só incluído no nome artístico alguns anos depois) classificou "Demônio Colorido" entre as dez finalistas e a música obteve repercussão nacional. Sua inscrição nesse festival, já foi resultado da amizade entre ela e a família "Araújo", João e Lucinha, pais de Agenor, o Cazuza, que ainda não era cantor profissional. Após o Festival, Sandra foi contratada pela gravadora RGE, , onde Cazuza trabalhava como divulgador, e com essa convivência se tornaram grandes amigos. Da amizade entre ela e Cazuza, também resultou momentos marcantes na carreira profissional, pois o primeiro show grande com a banda de Cazuza, Barão Vermelho, foi o show de abertura de Sandra no Morro da Urca, RJ. A trajetória de Sandra, nos anos 80, foi fulminante, novos discos de sucessos, composições próprias e de grandes autores, apresentações por todo o país. Além de se tornar uma das maiores cantoras de trilha e aberturas de novelas, como "Enredo do Meu Samba", "Picadinho de Macho", entre outras. Nessa época surgiram os maiores hits de sua carreira, as músicas "Retratos e Canções", "Joga Fora no Lixo", "Bye Bye Tristeza", e "Solidão". Nos anos 90, Sandra marca presença forte no mercado por gravações com Djavan, Marina Lima, Carlinhos Brown, Titãs, coral gospel Monte Mariah (USA), Herbert Viana, entre outros. E pelos sucessos como: "Sozinha" (foi a primeira a transformar a composição de Peninha em hit, seguida por Tim Maia e Caetano Veloso), "Vamos a viver", "Soul de Verão", etc. Gravou um álbum em homenagem ao amigo "Tim Maia", sucesso de crítica. Nessa década, Sandra criou a expressão "Música Preta Brasileira", brincando com a sigla MPB - Música Popular Brasileira. Segundo Sandra, "a nossa música é essencialmente preta (suingada/balançante), pois começa e termina no tambor, no suingue. Não há ritmo que cantemos ou toquemos aqui que não contenha um toque de brasilidade. Isto é a nossa pretitude. Sandra também despontou como atriz no seriado Antônia, sobre cantores de rap da periferia de São Paulo, uma produção independente do cineasta Fernando Meirelles, veiculada a partir de novembro de 2006 pela Rede Globo. Nesse mesmo ano, participou do festival Rock in Rio Lisboa e durante a Copa do Mundo de 2006, em Berlim, Alemanha, ela não só deu canja com Ivete Sangalo como fez show no "projeto Copa da Cultura" ao lado de Gilberto Gil, do qual faz parte do Carnaval do Expresso 2222 a dez anos no Carnaval da Bahia. Em 2007, além dos shows pelo Brasil, iniciou o projeto e pesquisa "Batucofonia", com o qual fez uma temporada de shows pelo Rio; promoveu pelo Brasil, juntamente com o elenco e equipe, o filme Antônia que foi fonte do seriado lançado no ano anterior pela TV Globo. Fez shows com Monobloco, Toni Garrido, Simoninha, Carlinhos Brown, Alcione, Roberto Frejat, Margareth Menezes, MV Bill, Sérgio Loroza, Dora Vergueiro, Sampa Crew entre muitos outros. Participou do DVD do Meninos do Morumbi e do Sampa Crew, ambos em São Paulo. Em janeiro de 2010, dividiu-se entre os ensaios das Escolas de Samba do Rio (Mangueira) e São Paulo (Leandro de Itaquera). Em fevereiro, na semana de lançamento para as lojas do seu álbum AfricaNatividade - Cheiro de Brasil (Universal Music em parceria com a Nega Produções), Sandra sentiu algumas dores e foi internada, no Hospital São Lucas, com diagnóstico de diverticulite, mas recebeu alta após 5 dias. Foi uma das homenageadas por uma das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro, a Mangueira, sob o enredo "Mangueira É Música do Brasil", no 6º Setor - "Tropicália", tendo uma ala sobre os Festivais de Música com a fantasia "Demônio Colorido", nome da composição de Sandra que ela "defendeu" no Festival da TV Globo MPB 80, assim Sandra veio ao lado de Milton Nascimento no carro alegórico que representa os Festivais de Música e a Tropicália. Já no Carnaval de São Paulo, estreou como intérprete oficial da Leandro de Itaquera, ao lado de Betto Muniz. Apesar da escola ter tido problemas durante o desfile, como carros quebrados, que levaram a um resultado bastante ruim na apuração, levando a escola a descer do Grupo Especial, a participação especial de Sandra foi um dos pontos altos durante a passagem da Leandro pelo Sambódromo do Anhembi.

sábado, 15 de março de 2014

Hoje excepcionalmente, vou fazer uma postagem especial. Um áudio de homenagem ao locutor Fernando Mansur (que aniversariou na quinta feira (13/03), arquivo gentilmente cedido pela Wikiradio.